Hoje depois da minha visita rápida à minha mãe no hospital, rápida porque não é o tempo que eu quero e o tempo voa, estava no corredor quando uma enfermeira fala ou pergunta: Sabes quem morreu e de seguida disse o nome, confesso que estremeci um pouco, afinal de contas, estava num hospital.
É incrível como a morte está tão presente e em tantos locais, mais uma vez poderia dizer tanta coisa acerca da vida e do valor que ela tem em cada um de nós, mas não, fica ao critério de cada um.
É incrível como a morte está tão presente e em tantos locais, mais uma vez poderia dizer tanta coisa acerca da vida e do valor que ela tem em cada um de nós, mas não, fica ao critério de cada um.
Diariamente estamos numa luta diária entre a vida e a morte, dizemos mal de tanta coisa, procedemos mal perante tanta coisa ou tantas pessoas e no final do percurso da vida estaremos no mesmo local. Ironia do destino ou não, a verdade é esta.
Não fiz o percurso habitual, não podia fazer, se tivesse saído antes, se não tivesse ouvido teria sido diferente mas ouvi e estremeci, por uma razão que desconheço.
Chamei o elevador e toquei no botão "0-Saída" mas em fez de fazer o percurso habitual, virei à esquerda e segui em direcção à capela, dentro do hospital, rezei por aquela pessoa que nunca vi, nunca conheci, mas simplesmente estremeci e senti uma sensação tão estranha.
Quando dizem que eu sou ... não me considero, coloco-me no lugar das pessoas e penso em tanta coisa que as pessoas não imaginam.
Agora pergunto, se soubessem o dia em que estava prevista a vossa partida deste mundo fariam o que fazem?
Provavelmente a resposta é: Não, e isso entristece-me ainda mais, porque as pessoas agem e magoam os outros e não sabem o que a vida pode ou não reservar.
A quem passa por aqui, desejos de uma excelente semana e procedam ou não do mesmo modo, se assim são felizes, quem sou eu para dizer alguma coisa.
Sem comentários:
Enviar um comentário