No fim-de-semana passado ainda em 2012, na procura de um livro para ler, ou melhor voltar a ler porque já perdi a conta das vezes que li esse livro.
Antes de começar a ler vou à página da dedicatória, dedicatória de alguém que me oferece ou a minha dedicatória (estranho? Não, o motivo que me levou a comprar o livro e a data).
Vejo o ano 2002 escrito por alguém que é muito querido para mim, instantaneamente recordo um episódio desse ano, sou levado nesse instante a procurar e a remexer textos escritos por mim de 2002.
Antes de começar a ler vou à página da dedicatória, dedicatória de alguém que me oferece ou a minha dedicatória (estranho? Não, o motivo que me levou a comprar o livro e a data).
Vejo o ano 2002 escrito por alguém que é muito querido para mim, instantaneamente recordo um episódio desse ano, sou levado nesse instante a procurar e a remexer textos escritos por mim de 2002.
Leio episódios de 2002 em 2012, há dez anos atrás, rio-me e choro em alguns textos, o que vivi, nem sempre da melhor maneira, seguindo vezes sem conta o meu coração ou melhor a voz do meu coração. Recordo pessoas que considerei amigos, os “melhores” amigos e hoje não passam de alguns inimigos, os meus valores não permitem ir contra algumas coisas das quais não abdico ao mesmo tempo tenho orgulho na pessoa que fui e me tornei hoje. Não sei se alguma vez irei concretizar alguns dos meus sonhos, sonhos que se renovam de ano para ano mas dizem que a esperança é a última a morrer e quero acredito cada vez mais nesta frase.
Hoje os problemas de 2002 não fazem qualquer sentido, para mim é como se não existissem, a importância que dou a determinadas coisas é muito pouca ou nenhuma.
Infelizmente este ano, 2012, deixou algumas marcas que não sei se daqui a dez anos não terão importância. Destaco duas marcas que me arrasaram por completo: a doença da minha mãe e a notícia quase fatal da minha melhor amiga com um cancro. E digo fatal porque já houve pessoas muito queridas para mim que me deixaram cedo demais e essa palavra que me trouxe tantas lágrimas derramadas.
As coisas não andam da maneira como eu desejo mas duma certeza tenho este ano que passou, fui testado ao limite, perdi amigos (ou julgava que eram amigos), tive imensas discussões, perdi a noção do tempo que tive ao telemóvel (a incapacidade de estar em dois sítios ao mesmo tempo e foi um dos meus melhores amigos), e por último a existência deste cantinho, a criação do meu blogue que também já me trouxe alguns dissabores mas também pessoas muito especiais. E agora?
Hoje os problemas de 2002 não fazem qualquer sentido, para mim é como se não existissem, a importância que dou a determinadas coisas é muito pouca ou nenhuma.
Infelizmente este ano, 2012, deixou algumas marcas que não sei se daqui a dez anos não terão importância. Destaco duas marcas que me arrasaram por completo: a doença da minha mãe e a notícia quase fatal da minha melhor amiga com um cancro. E digo fatal porque já houve pessoas muito queridas para mim que me deixaram cedo demais e essa palavra que me trouxe tantas lágrimas derramadas.
As coisas não andam da maneira como eu desejo mas duma certeza tenho este ano que passou, fui testado ao limite, perdi amigos (ou julgava que eram amigos), tive imensas discussões, perdi a noção do tempo que tive ao telemóvel (a incapacidade de estar em dois sítios ao mesmo tempo e foi um dos meus melhores amigos), e por último a existência deste cantinho, a criação do meu blogue que também já me trouxe alguns dissabores mas também pessoas muito especiais. E agora?
O novo
ano será não uma mas muitas páginas em branco em que espero escrever,
não sei se será uma história bonita ou que mereça ser escrita mas vou
escrever e só quero que estas duas batalhas sejam vencidas, não peço
mais nada.


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