Esta pergunta tem-me acompanhado nos últimos dias, num momento de crise, costumo dizer uma crise de valores a outra crise está na vontade ou não em resolver essa crise mas não querem. Mas não vou falar disso, deixo para os experts.
Para esta pergunta tive a resposta desde o início referente a mim mas hoje tive a certeza.
Alguém me ligou, e teve sorte por ser quinta feira e por ainda atender o telemóvel e isto porque fiz a promessa que vou deixar de falar ao telemóvel, a vida já existia antes dele mas pronto.
Ligou-me para almoçar-mos e com a frase: “que tínhamos que falar” e eu está bem, combinamos o local e a hora e íamos almoçar.
Frase puxa frase e houve uma pergunta que surgiu e que não me espantou.
- Não apresentas a tua namorada?
Bem, não querendo gozar com a pessoa, dei uma gargalhada...
- Qual namorada?
- Eu vi-te no outro dia.
- Sim, e?
- De mãos dadas.
- Já sabia do que se estava a referir desde o início e disse-lhe: não é a minha namorada, é a minha melhor amiga e que está a passar um mau momento na vida, foi diagnosticado um cancro há uns meses atrás.
- Desculpa Sérgio, não sabia.
- Não precisas de pedir desculpa e poucas pessoas souberam e já estamos habituados a passar por um casal de namorados.
Continuamos a almoçar e falamos do futuro incerto, terminámos com ele a disser:
- Tu não existes Sérgio.
- Existo, estou aqui, mas que me considero um anormal neste mundo para alguns tão perfeito.
Foi a vez dele de soltar uma gargalhada.
Para esta pergunta tive a resposta desde o início referente a mim mas hoje tive a certeza.
Alguém me ligou, e teve sorte por ser quinta feira e por ainda atender o telemóvel e isto porque fiz a promessa que vou deixar de falar ao telemóvel, a vida já existia antes dele mas pronto.
Ligou-me para almoçar-mos e com a frase: “que tínhamos que falar” e eu está bem, combinamos o local e a hora e íamos almoçar.
Frase puxa frase e houve uma pergunta que surgiu e que não me espantou.
- Não apresentas a tua namorada?
Bem, não querendo gozar com a pessoa, dei uma gargalhada...
- Qual namorada?
- Eu vi-te no outro dia.
- Sim, e?
- De mãos dadas.
- Já sabia do que se estava a referir desde o início e disse-lhe: não é a minha namorada, é a minha melhor amiga e que está a passar um mau momento na vida, foi diagnosticado um cancro há uns meses atrás.
- Desculpa Sérgio, não sabia.
- Não precisas de pedir desculpa e poucas pessoas souberam e já estamos habituados a passar por um casal de namorados.
Continuamos a almoçar e falamos do futuro incerto, terminámos com ele a disser:
- Tu não existes Sérgio.
- Existo, estou aqui, mas que me considero um anormal neste mundo para alguns tão perfeito.
Foi a vez dele de soltar uma gargalhada.
No caminho, vi um casal de idosos e tive a certeza daquilo que eu dou e daquilo que tantos dão. Esse casal, talvez nunca tenha dito: “I love you.” mas sabe melhor do que nós todos o que é o amor.
É tão fácil julgar os outros, é tão fácil apontar o dedo e é tão díficil perceberem que eu nunca estaria com alguém para enganar ou ser enganado.
Mas para mim, há coisas que não compreendo nem nunca vou compreender.
O que temos para dar?
É tão fácil julgar os outros, é tão fácil apontar o dedo e é tão díficil perceberem que eu nunca estaria com alguém para enganar ou ser enganado.
Mas para mim, há coisas que não compreendo nem nunca vou compreender.
O que temos para dar?

Podemos ter tudo de nós para dar e isso não ser nada do que o outro quer e aí reside os desencontros entre as pessoas, sem culpas, simplesmente é assim. Depois acontece o contrário quando duas se encontram e tudo o que têm para dar serve que nem um luva ao outro e a magia acontece. Se é utopia minha acreditar que é possível... talvez, mas quero continuar a acreditar que sim.
ResponderEliminarNão tinha escrito melhor e concordo inteiramente contigo.
EliminarNão é nenhuma utopia mas se as pessoas pensam que é, eu também sofro e é uma utopia tão saudável, mas tão.
beijinhos e boa semana.
PS: As rápidas melhoras, :)